Millennials sendo millennials falando sobre ser millennial
Desabafos que a gente finge que são debates sobre cinema, jogos e amizades na era da pós-vergonha
Somando as idades de todo mundo que escreveu nessa edição, chegamos em 100 anos. Não que isso signifique qualquer coisa, mas o fato de todos termos nascido bem no miolo dos anos 1980 nos coloca em pé de igualdade em uma série de vivências. Sendo Millennials, essas vivências são únicas. Quer dizer, únicas entre nós, Millennials. Porque todo Millennial viveu isso, de um jeito ou de outro.
Vivemos e crescemos na era das locadoras, da SEGA vs. Nintendo, dos DVDs, do Napster, do KaZaA, do eMule, da internet só aos sábados à partir de 00h, do Playstation vs. XBOX, do Blu-ray vs. HD-DVD, do celular que só aparecia os números na tela a um computador mais poderoso do que muitos que levaram gente pro espaço na palma das nossas mãos online 100% do tempo, dos filmes de super-herói em que eles sequer conseguiam mexer o pescoço a grande universos interconectados em filmes, séries, jogos e gibis, das séries de 24 episódios e um hiato no meio, das séries de 10 episódios de 3 anos de espaço entre as temporadas... enfim. A gente viu de tudo e a gente quer desver. A gente já nem tem idade mais pra isso! Mas como?
Essa semana aqui no JUDÃO a gente traz o ACALORADO e GERIÁTRICO debate em que mais desabafamos sobre locadoras vs. serviços de streamings vs. outros tipos de locadoras, sobre como manter amizades num mundo pós-capitalístico e sobre... bom, sobre como se empolgar com filme de hominho. Tem gente que beirando os 40 ainda consegue, impressionante. :)






