O mundo acabando e vagabundo tá lá, usando peruca
Enquanto o soft power dos EUA vira munição com geradores de lero-lero, a maior preocupação de Hollywood é vender nostalgia barata com CGI duvidoso. Bem-vindos ao derretimento da cultura pop. :P
Mas que semaninha essa pra cultura pop, hein? Não dá pra dizer que foi uma surpresa o que fizeram com o Rock no remake live-action de Moana, mas também não dá pra aceitar aquilo. Não é possível que ninguém tenha olhado e percebido que tava parecendo DEMAIS uma peruca — ou uma caricatura de alguém usando uma peruca. Que Dwayne Johnson tá muito longe do mesmo tipo físico do personagem a quem ele emprestou a voz pela primeira vez há apenas 10 anos. Que não existe qualquer motivo pra esse filme existir.
Bom, tem gente que ainda insiste na história criada por aquela transfóbica horrível e horrenda, né? Gente além da Warner, quero dizer. Gente de verdade que tá beirando os 40 anos e não consegue superar, não consegue ler outros livros, assistir a outros filmes, comprar outros bonecos e que tá app de pegação colocando a casa a qual pertence como se aquilo fosse um teste de personalidade real. Até é, mas não do jeito que essa galera imagina.
O Morph escreveu sobre isso nessa edição do JUDÃO e acabou transformando o que era pra ser um retorno da ARRE Égua!, sua clássica coluna do antigo JUDAO.com.br, em um ARRE Bojack Horseman!. Tá fácil!
Por falar em fascismo, o Império Contra-Ataca a si mesmo. Depois um século forçando cultura pop goela abaixo do mundo e alguns anos tentando vender a ideia de que IA generativa é o futuro, o gerador de lero-lero vira arma de propaganda de guerra — e a primeira vítima pode ser a bolha.
É sobre isso o que o Renan escreve nessa edição: como Hollywood foi parar no meio da guerra entre EUA e Isreal vs. Irã e o que isso pode significar pra indústria.
Spoiler? Pouca coisa. É só olhar pra essa peruca do The Rock que já dá pra entender. Pelo menos a Ana Paula é líder!






