Cada vez mais TUDO é política
O filme e a série que você assiste e onde você assiste, a música que você ouve e onde você ouve, o jogo e onde você joga, o livro e a newsletter que você lê e onde. Você pode não perceber, mas tá lá.
Quase toda semana a gente escreve aqui no JUDÃO sobre estarmos cansados de tudo. O próprio retorno do JUDÃO se deve ao fato de estarmos cansados do mundo que sobrou pra gente, com uma bela pitada de inconformismo, que resulta em... política.
A gente falou aqui sobre assistir a 1h30 de um filme baseado em um jogo sem muita história e cheio de coisinhas brilhantes e como isso era bom, mas também escrevemos sobre o fato de não aceitar o medíocre, independente do que a gente gosta. Não dá pra fugir: na arte, no entretenimento puro, na sua vida, aqui mesmo nessa newsletter, absolutamente TUDO é política -- e vai ser cada vez mais, goste você ou não.
Nessa edição, o Renan escreveu sobre quão funda a fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros Discovery vai no solo, chegando até a encontrar petróleo; e o Borbs traz as novidades do Oscar (que barrou atuações e roteiros gerados com IA), as desgraças do capitalismo e... MET Gala.
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“Tire a política do meu entretenimento!”
por Renan Martins Frade
Tem umas coisas que as pessoas dizem quando estão conversando sobre filmes, séries, jogos que você com certeza já viu ou ouviu em algum lugar, online ou offline. “Pra que colocar política nisso”, “não tem nada a ver com política” e coisas assim. Talvez você até já tenha repetido — é sedutor o desejo de se acomodar no sofá e simplesmente esquecer da realidade. Todo mundo faz isso, em menor ou maior grau. Acontece que política, na vida, não é uma chavinha que pode ou não ser desligada, nem é uma questão de lacração ou lucro.





